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Essa técnica agrícola de diminuição do vento sobre a lavoura apesar de antiga é pouco utilizada no Brasil. São inúmeras as vantagens, tais como: a diminuição e controle de doenças e pragas, principalmente nos citrus; redução da perda de água do solo e da planta; e, redução da erosão eólica, conseqüentemente aumenta a produtividade. As
espécies mais usadas na formação dos quebra-ventos
são as de crescimento rápido, como o Eucalipto e o Jambolão.
Deve ser instalado na direção oposta ao vento dominante
e não deve apresentar falhas que canalizem o vento. A melhor proteção
é obtida quando existe o mínimo de espaços vazios
entre as árvores. O plantio realizado em uma única linha
de árvores com espaçamento entre 1,5 a 2,0 metros, sem desrama,
resulta numa melhor proteção da cultura, desviando o vento
para cima e para os lados. |
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